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Capitulo 10 – Lago Titicaca

DSC08612 Saímos de Cuzco sentido Puno, cidade onde conheceríamos o lago Titicaca.

Puno está a 3855m de altitude e a cidade não tem muita coisa a ser vista se não fosse o lago.

O legal é o claçadão da C. Lima (rua) cheio de restaurantes e barzinhos.

Titicaca

Logo na chegada ligamos para o amigo do Sr. Lucas de Puno, e ele prontamente nos levou ao hotel e reservou um barco para irmos ainda a tarde na ilha de Urus, a maior ilha flutuante do lago. 000037As Ilhas flutuantes são feitas de um capim que nasce a beira do lago chamado Totora e é inclusive comestível, provamos e parece um palmito se sal., triamos algumas fotos, vimos o artesanato local e de volta para o barco. Com isso já havíamos viajado de carro (o tempo todo) , de avião (Nazca), de trem (Cuzco) e agora de barco.Urus

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Conhecemos mais um grupo de Esraelitas, Ingeses e australiano…fizemos a social rapidamente com mais um chocolate Diplomata. As meninas de Esrael passaram o carnaval em Salvador e qdo dissemos que éramos Brasileiros elas fizeram a maior festa. Inclusive sacaram um violão e cantaram para nos Tribalistas. Elas nos contaram que prestaram o serviço militar e agora passarão um ano viajando o mundo. Disseram que é muito comun…quase cultural. Pena no Brasil não termos uma cultura de ter um tempo para rodar o mindo.

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Fomos jantar na C. Lima onde encontramos com mais um brasileiro, Lucas, e fomos comer Pizza num forninho a lenha tomando sangria.

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Capitulo 9 – Machu Picchu

Fomos acordados as 6:00 da manha já atrasados, comemos um rápido Dasayuno (café da manha) e fomos para a Estação de trem, o frio era grande, mas o sol já estava saindo. A viajem de trem leva quase 4 hs, mas passa por belas paisagens. Chegamos em Águas Calientes, uma vila onde fica a estação do trem. Fomos logo para o ônibus que nos leva ao topo onde esta localizada a cidade.

Aguas Calientes

Aguas Calientes

Machu Picchu foi descoberto pelo Americano Hiram Bingham em 1911, as ruínas estavam cobertas pela vegetação. Com a ajuda de algumas universidades  e historiadores ele retornou fez a limpeza e reconstituiu a trilha Inca…uma caminhada de 4 dias (ou 02 para se fazer so um trecho) que não tivemos tempo de fazer.

Soneca

Soneca

As Ruínas são lindas, e mesmo não fazendo a caminhada se tem uma boa noção do que é.  Muitas das ruínas tem sua função desvendada, como a casa do Sacerdote uma fabrica de cerâmica, etc…outras são só especulação…a verdade é que existe ainda muito o que se descobrir do lugar. O complexo reúne uma parte urbana e uma rural, caminhar por la e imaginar como era na época dos Incas no faz viajar um pouco. Um das construções mais impressionantes é o Templo do Sol,  feito numa rocha maciça que servia como um calendário.000023
Demos uma volta em toda a cidade, ouvimos alguma historias, passamos a mão na pedra que dizem ser energética e que está a pontada para Amazônia. A vegetação inclusive nos fez lembrar do Brasil…pela primeira vez estávamos vendo algo como o que temos aí..sem deserto ou neve. Aproveitamos para nos misturar a um grupo deitado a sombra de uma arvore no centro da cidade e tiramos um cochilo.
Acho que ao se fazer a Trilha Inca a pé deve se entrar mais no clima do lugar…chegar de ônibus, pagar entrada…dá uma quebrada na atmosfera de mistério do lugar.000019
As 3 hs descemos da cidade e as 4 estavamos de volta no trem. Conhecemos umas pessoas de Utha nos EUA o que fez com que a viajem ficasse um pouco menos demorada…
Chegamos novamente em Cuzco, jantamos e fomos dormir, pois o cansaço era grande.000011

Capitulo 8 – Problema 01

000021A noite fez um frio tremendo mas dormir no carro é bom…principalmente porque não se tem a preocupação de alguém tentar roubar algo.. Acordei, fizemos um café, comemos alguns sucrilhos (com leite gelado, pois tinha deixado uma caixa fora do carro) e seguimos caminho…um visual lindo…a paisagem desértica ficando para trás e montanhas com neve cheias de pinheiros, rios e lagos transparentes descongelando a frente…mas a estrada não ajudava, curvas, curvas e mais curvas….subidas e decidas na beira de enormes precipícios o que nos obrigava a ter cautela na velocidade. Subíamos rapidamente a 4500 metros e voltávamos para foto19uns 1500 metros, varias vezes durante o dia. Ao passar por Abacay um comboio de caminhões em alta velocidade descendo uma estradinha de terra obrigou o Matteo a encostar o carro, eu já tinha passado por eles um pouco antes…pareciam não ter freio…logo depois, numa obra onde só passava uma carro por vez…o “controlador de trafego” mandou nós seguirmos, e enquanto passávamos, encontramos com todo transito no sentido contrario…O primeiro veiculo, um onibus descendo a toda uma rua de terra …outro susto…vimos que esse trecho era perigoso e tínhamos DSC08580que ter ainda mais cautela pois além da estrada ser “complicada”os motoristas não ajudavam. Sem falar que em todas as estradas ata aqui, o volume de animais na pista é enorme…já passamos por, vacas, foto17cavalos, porcos, burros, galinhas, lhamas, cabras, cachorros e mais uns dois tipos de lhamas que não lembramos o nome agora.
A uns 200km de Cuzco o Bagual aumentou consideravelmente  o barulho estranho…parei…abri o capô e não vimos nada de anormal…mas com o tempo o barulho foi aumentando e a uma determinada rotação a luz de bateria se acendia…logo conclui que o alternador tinha ido para o saco de vez. Isso me tirou um pouco o bom humor apesar das tentativas do Matteo pelo radio de me fazer apreciar a bela paisagem.

Praça das Armas

Praça das Armas

Chegando em Cuzco, com o transito bem complicado, foi a vez do Matteo perder o bom humor…paramos e ligamos para o Hotel que tínhamos visto no guia. O Sr. Lucas muito simpático e prestativo veio ao nosso encontro para nos guiar até o Hotel…Carros parados, check-in feito saímos para comer algo…pronto estava re-estabelicido o bom humor…acho que nos faltava  comida e cerveja.
Acordamos cedo, e no café da manha conhecemos um casal de brasileiro que vinham da bolívia. Ficamos conversando com eles um tempão trocando informações, eles quere muito um dia fazer uma viagem como a nossa…eles estão rodando a America do Sul de Onibus/avião e um carro daria mais liberdade. Levamos o Bagual a um mecânico indicado pelo Sr. Lucas, ele disse que era para ficar tranqüilo que a tarde me entregava o carro, pois era só o rolamento quebrado. Saímos fomos ao mercado de artesanato onde comprei um típico casaco local (que nunca mais usei) e depois a Praça das Armas, onde DSC08609a maioria dos turistas circulam e onde existem os melhores restaurantes. Almoçamos, trocamos dinheiro e encontramos com o Casal que havíamos conhecido pela manhã (Silvia e Vinicius). Os levamos até o mercado de artesanatos e fomos buscar o carro. Todo pronto voltamos para o hotel onde reclamamos do chuveiro que não esquentava o suficiente (era um conta-gotas de água morna…nesse frio que faz a noite …não rola). Nos colocaram num quarto bem maior e com um chuveiro bom dessa vez.
Procuramos um Cyber para enviar o “diário” e depois fomos jantar com o Vinicius e a Silvia e fomos a um restaurante meio balada…se chamava Mama África. Até as 10 a cerveja tinha um preço, depois ficava 30% mais cara. Com nossos argumentos deixamos a garçonete louca, mas não teve jeito.  O ambiente meio undergrownd bem legal se transformou quando num passe de mágica começou a tocar Axé Music e um grupo dançava no palco no  melhor estilo Dança do Tcham. Como esse não é o meu forte….Fomos dormir pois tínhamos que acordar cedo para ir para Machu Picchu.


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